Diogo Ratacheski é o nosso Ironman!

Você lembra o que você fez no último dia 28 de maio? O paratriatleta Diogo Ratacheski participou de um ironman!

Você lembra o que você fez no último dia 28 de maio? O paratriatleta Diogo Ratacheski participou de um ironman!

Nadar 3,8 km, pedalar 180 km e correr 42 km. Esses são os requisitos para ser um ironman. Trocando em miúdos, é o mesmo que atravessar 76 vezes uma piscina olímpica, depois ir de Curitiba a Paranaguá de bicicleta e voltar, e, para fechar, correr uma maratona inteira. Sem parar. Foi o que o paratriatleta Diogo Ratacheski fez no último dia 28 de maio, quando participou do Ironman Florianópolis.

Foram 14 horas ininterruptas de prova. Diogo sentiu de tudo: fome, cansaço, dor. Mas ele persistiu. “A vontade ilimitada faz a diferença para alcançar os objetivos”. Foi a realização de um sonho e a transposição de mais um obstáculo para conquistar um sonho: disputar o Campeonato Mundial de Ironman em Kona, no Havaí. “Eu ainda vou conseguir a minha vaga”, garante.

Diogo é a personificação do sonho grande e do comprometimento, valores que nós aqui do EBANX prezamos muito. Por isso, temos muito orgulho em dizer que o EBANX é o patrocinador do Diogo. E para criar um momento de troca com os ebankers, ele apresentou a palestra “Nada é impossível” no último dia 6 de junho no nosso HQ, em Curitiba, para falar sobre suas experiências e sobre essa vontade ilimitada que permite vencer obstáculos.

O paratriatleta emocionou e inspirou o pessoal por aqui. Começou a palestra falando sobre como a rotina de escalador premiado mudou depois de um acidente em 2006 que o deixou na cadeira de rodas. Ele dormia no banco de trás de um carro quando tudo aconteceu. Foram 21 dias em coma. Ao acordar, seu único foco era a reabilitação. “Eu queria ser o cara que saiu da cadeira de rodas”. A disciplina de atleta foi aplicada à rotina de fisioterapia. Aí veio uma mudança de percepção, de que voltar a andar não era mandatório para ser feliz.

Mas ser geólogo era. Contrariando as expectativas de algumas pessoas que acreditavam que um cadeirante não poderia seguir essa profissão, ele se formou e, não contente, abriu uma consultoria. Passou a dividir o dia entre os afazeres da empresa e os treinos para corridas de rua, por onde retornou ao esporte.

O interesse pelo triatlo e pelo ironman veio naturalmente, com o empurrãozinho de um amigo de infância. “Fiquei ressabiado com a ideia, mas a corrida de rua já não me bastava, eu precisava de mais. Meu sonho grande, naquele momento, passou a ser o ironman. Encarei como minha única verdade”, lembra.

Focado na prova de Florianópolis, Diogo treinava duas vezes por dia, todos os dias. Terminada a prova, um misto de realização, alegria e mal estar, resultado de todo o esforço físico exigido do corpo. “Na chegada, se me perguntassem se eu faria um ironman novamente, eu responderia ‘nem pensar’. Se me perguntassem no dia seguinte, eu diria ‘talvez’. Hoje, minha resposta é ‘com certeza!'” É a teimosia da vontade ilimitada de Diogo. Como ele mesmo diz: “Você pode muito mais do que imagina”. #TamoJunto, Diogo!

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